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Google investe em energias limpas e renováveis

21/08/2015

Google investe em energias limpas e renováveis


Escrito
por Quantum

O gigante da internet é também um dos maiores consumidores de energia do mundo e tem investido em pesquisas sobre fontes de energia limpa e renovável, como a energia solar.

O Google foi responsável pela construção da maior energia solar dos Estados Unidos. Situada no deserto de Mojave (Califórnia) e inaugurada em 2014, a Ivanpah Solar Eletric Generating System ocupa 12 km² e é capaz de gerar mais de 350 megawatts, o suficiente para abastecer 140 mil casas. Estima-se que Ivanpah Solar será responsável pela produção de 30% de toda energia solar térmica dos EUA, gerando uma redução de 400 mil toneladas métricas nas emissões de CO2 por ano.

As preocupações sociais e ambientais são constantes na empresa, que é a maior em números de empregos gerados nos Estados Unidos e uma das três maiores empresas de tecnologia do mundo. Esta semana, o Google anunciou o Project Sunroof, uma ferramenta online com base no Google Maps que analisa o teto das residências para saber qual a incidência de raios do sol e qual a estimativa de economia caso sejam instalados painéis para captação de energia solar. O aplicativo também pode comparar os valores gastos com energia elétrica hoje e qual o tempo de retorno do investimento em compras de equipamentos fotovoltaicos, baseado no número de horas de “energia solar utilizável” ao ano, levando em consideração a orientação do telhado, sombras de árvores e prédios e fatores climáticos da região.

Entre seus projetos de geração de energia limpa, o Google já investiu mais de um bilhão de dólares. Com essa nova ferramenta, a empresa pretende mostrar que além de todos os benefícios ao meio ambiente, a utilização de painéis fotovoltaicos também é uma alternativa econômica. O Project Sunroof ainda oferece links para que o consumidor possa onde comprar os painéis com fornecedores confiáveis. Nessa fase de lançamento, a ferramenta está disponível somente em três cidades norte-americanas, mas há previsão de ampliação.