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Geração de energia solar bate três recordes no Brasil

19/11/2021

Geração de energia solar bate três recordes no Brasil


Escrito
por Quantum

Não é de hoje que o Brasil tem investido em energia solar, mas é fato que o aumento na conta de luz, reflexo de uma das maiores crises hídricas da nossa história, fez com que muitas pessoas passassem a pensar no assunto. Ainda mais que, entre as opções disponíveis no mercado, a energia fotovoltaica é uma das mais sustentáveis e econômicas a longo prazo. 

Dessa forma, em setembro, o país bateu três recordes distintos de produção de energia solar fotovoltaica no mesmo dia. De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o primeiro foi no Sistema Interligado Nacional (SIN), com um pico de geração instantânea no valor de 3.626 MW – o que representa 4,7% da demanda do Brasil. 

Já no segundo recorde, no Nordeste, a geração solar instantânea alcançou 2.624 MW, montante suficiente para atender a 21,4% da carga desta região. Além disso, no Sudeste/Centro-Oeste, foi registrada outra marca inédita para a geração instantânea fotovoltaica com a produção de 1.056 MW – o que representou 2,4% da demanda do subsistema. 

Panorama da produção de energia solar no Brasil  

Com uma localização geográfica privilegiada pela grande incidência de raios solares em seu território, o Brasil é um dos países com maior potencial de geração deste tipo de energia. Prova disso é que, este ano, o país ultrapassou a marca histórica de 10 gigawatts (GW) de potência operacional. Sobretudo com projetos em usinas de grande porte e em pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos. 

Além disso, entrou para o grupo dos 14 países com maior potência de geração desse tipo de energia e é o único da América Latina no Top 15 do ranking elaborado pela Agência Internacional para Energia Renováveis (Irena).

Hoje o Brasil também ocupa o nono lugar no ranking dos países que mais produziram energia solar fotovoltaica no ano passado (2020), sendo que a fonte solar representa 2,1% da matriz elétrica nacional atualmente e a expectativa é que atinja 2,6% até o fim do ano – informações fornecidas pelo mapeamento da Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica).

A importância de aderir à energia fotovoltaica 

Com a evidente escassez dos recursos naturais, investir em alternativas mais baratas e acessíveis tem sido a escolha de muitos empresários e consumidores. Portanto, quem tem ganhado protagonismo nessa história é a energia solar. 

Em evidência em todo o mundo, o sistema de energia fotovoltaica tem ganhado cada vez mais adeptos também no Brasil, principalmente pelos benefícios sustentáveis e econômicos que proporciona, ao utilizar uma das fontes mais limpas e renováveis do planeta – o sol. Essas vantagens valem tanto para projetos residenciais quanto para os instalados em prédios do setor público, sendo que a redução na conta de luz pode chegar a 95%. 

Por ser um recurso natural abundante e praticamente inesgotável, ela é uma das melhores opções para substituir a nossa dependência de combustíveis fósseis. Portanto, se o processo for realizado de maneira equilibrada e adequada, é possível colaborar com o meio ambiente e com a descarbonização da economia.

Além disso, é um sistema extremamente viável para lugares afastados e de difícil acesso, visto que não necessita de grandes investimentos na manutenção de equipamentos. Outro diferencial está no fato da possibilidade de autoconsumo remoto, que permite gerar energia em um local e consumi-la também em outro local. As únicas exigências são que ambos os endereços tenham a mesma titularidade e precisam estar dentro da área de concessão da mesma distribuidora de energia.

Outras vantagens:

  • Fonte renovável e inesgotável de energia;
  • Não poluente;
  • Painéis solares são cada vez mais eficientes e com custos cada vez mais baixos;
  • As estruturas de captação podem durar até 25 anos, mas se pagam em sete;
  • Investimento inteligente, que contribui para a valorização do imóvel;
  • Sistema capaz de fazer a distribuição compartilhada em condomínios residenciais ou comerciais, dentro de uma mesma área de concessão, por meio de um consórcio ou cooperativa;
  • Requer áreas menos extensas para ser produzida.