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Por dentro da energia fotovoltaica: um pequeno guia

30/05/2016

Por dentro da energia fotovoltaica: um pequeno guia


#energia fotovoltaica

Escrito
por Quantum

Produzida a partir da luz solar, a energia fotovoltaica é uma solução econômica à crise hídrica e às altas tarifas das concessionárias de energia. Quanto maior a incidência de raios solares, mais eletricidade será produzida, no entanto, o sistema de energia fotovoltaica continua gerando eletricidade mesmo em dias nublados ou chuvosos.

Devido às vantagens do sistema, o mercado fotovoltaico encontra-se em pleno crescimento, e há perspectivas de recorde em 2016. Mais de cem países já utilizam energia solar, as maiores potências são: Alemanha, China, Japão e EUA; mas o Brasil tem investido constantemente em medidas para impulsionar e facilitar a aquisição / instalação e micro e miniusinas fotovoltaicas. Nosso país é um dos que mais recebe raios solares / ano, e possui um enorme potencial a ser explorado.

Como funciona a energia fotovoltaica

Painéis instalados no telhado (preferencialmente), conectados uns aos outros e ligados a um inversor solar, captam a radiação. O inversor, por sua vez, converte a corrente contínua da energia solar em energia elétrica (corrente alternada), pronta para ser usada para ligar lâmpadas, aparelhos domésticos, chuveiros etc. O excedente, ou seja, a energia produzida e não consumida na unidade geradora, é entregue na rede distribuidora e volta para o consumidor em forma de créditos. A geração e o uso dos créditos de energia são regulamentados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), e algumas regras variam de acordo com a região e a classe de consumo, sendo todas, grosso modo, bastante vantajosas para o cliente.

Os sistemas fotovoltaicos podem ser: residencial (1-10Kwp); comercial (10-100Kwp); e industrial (100 – 1000Kwp). Também há os sistemas isolados/autônomos – muito utilizados em lugares remotos, que não se conectam à rede e são utilizados, principalmente, para alimentar determinados aparelhos; e os sistemas híbridos, que são em parte ligados à rede de distribuição e possuem uma bateria própria de armazenamento.

Tipos de painéis fotovoltaicos

A eficiência de um painel fotovoltaico é medida pela porcentagem de raios que atingem a placa e são transformados em energia elétrica pronta para ser consumida. Os painéis fotovoltaicos são, normalmente, produzidos em silício (em torno de 80% dos painéis instalados no mundo são desse material), e se dividem em silício monocristalino – tecnologia mais antiga, porém muito eficiente –; silício policristalino – em que o silício é fundido em blocos –; de filme fino – feito com uma combinação de silício amorfo e outros elementos, como cádmio, formando um filme moldável e muito fino. Além desses, existem também os painéis de silício amorfo; de telureto de cádmio; de seleneto de cobre, índio e gálio; e as células fotovoltaicas orgânicas, feitos com polímeros orgânicos condutores, que surgem como alternativa de baixo custo, mas ainda não apresentam o mesmo desempenho das placas.

Os projetos devem ser feitos levando-se em conta as expectativas e as necessidades de cada consumidor. Por isso, é preciso conhecer prós e contras de todos os painéis e escolher o que melhor para cada situação.

Como e quando instalar painéis fotovoltaicos

Por mais vantajoso e econômico que sejam os sistemas fotovoltaicos, nem sempre sua instalação é justificável. Para que não haja prejuízos, os gastos mensais com energia elétrica devem ultrapassar determinado valor (que depende da modalidade da unidade consumidora e da região).

Para saber se você deve investir em energia fotovoltaica, clique aqui e solicite um orçamento.

Vantagens da energia fotovoltaica

Conheça outros benefícios da energia solar:

– É limpa, renovável e inesgotável;

– O processo fotovoltaico não emite poluentes nem produz som;

– Os painéis são fáceis de instalar;

– Praticamente, não há necessidade de manutenção;

– A limpeza pode ser feita com água e sabão neutro;

– O sistema é modular e pode ser expandido de acordo com as necessidades;

– O investimento é baixo, ao considerar a vida útil das placas;

– Pode ser instalado em lugares sem acesso à rede elétrica.