A busca por energias limpas é crescente e o setor fotovoltaico tem se destacado cada vez mais no mercado. Aliando economia e sustentabilidade, o sistema de geração distribuída prevê também uma contribuição considerável aos cofres públicos para os próximos anos, se forem mantidas as regras vigentes. De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), a geração solar distribuída deve arrecadar um saldo líquido de R$25,2 bilhões até 2027 para os governos federal e estadual.

Com o Sistema Interligado Nacional (SIN), qualquer consumidor pode conectar sua geração própria ao sistema geral, e assim refletir em um maior desenvolvimento econômico, social, ambiental e estratégico no país. Comércios e indústrias têm implementado de forma considerável o uso de energia solar. Segundo o presidente da Quantum Engenharia, Gilberto Vieira Filho, isso é reflexo do custo-benefício, “já que há uma diminuição de valor no investimento e a facilidade de linhas de financiamento com juros baixos para produtos desse segmento”.

Órgãos públicos também têm apostado na geração de energia própria. O Palácio 29 de Março, sede da Prefeitura de Curitiba, inaugurou recentemente seu sistema de energia solar fotovoltaica, executado pela Quantum Engenharia e que deve resultar em até 50% de economia na conta de energia elétrica da instituição. O projeto tem capacidade total de 144,87kWp, com 439 painéis instalados e foi contemplado por meio de chamada pública da Copel para o Programa de Eficiência Energética regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica – Aneel. 

De acordo com o presidente da Quantum Engenharia, Gilberto Vieira Filho, “o uso de placas fotovoltaicas tem aumentado em órgãos públicos. Trata-se de uma forma de energia limpa e sustentável, que sinaliza  a preocupação com o meio ambiente e também gera economia”. O payback, que é o tempo necessário para pagar o investimento com a economia na conta de energia, leva em média cinco anos. Ou seja, em 5 anos o valor do investimento no sistema é pago e, como os painéis fotovoltaicos duram pelo menos 25 anos, os outros 20 anos serão de economia. A previsão é de que, em 2024, mais 1,2 milhão de usuários tenham adaptado sua produção e consumo de energia.    

 

Mais empregos

Estima-se que até 2035 o setor fotovoltaico deva empregar mais de 672 mil pessoas apenas no segmento de microgeração e minigeração distribuída, segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR). Com a crescente busca por implantação de energias limpas e renováveis, o mercado de solar tem guinado a economia e proporcionado maior abertura para o segmento. De acordo com o presidente da Quantum Engenharia, Gilberto Vieira Filho, as projeções de crescimento se dão por fatores como economia na conta de energia elétrica, menor impacto ambiental, além da “diminuição de custos no investimento e a facilidade de linhas de financiamento com juros baixos para produtos desse segmento”.

 

Energia Solar distribuída